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Não importa o que eu esteja fazendo, pensando ou vivendo. Você faz parte de mim,
está em mim, parte indivisível do meu ser. Eu sou você e você é eu. Sempre foi
assim e será por toda a eternidade. Genice, eu te amo!

não deixem de ler o primeiro blog, o inicio de nossa
historia:
fcfcardiol.blog.uol.com.br

Tarde de sol, na escada de granito que sai da cozinha. Genice linda. O sol fustigando seu rosto e tirei essa
foto, lembro-me que logo depois a beijei e acarinhei porque eu, como sempre, a estava achando especialmente
linda aquele dia.
Amor, ontem a noite estava deitado, sozinho como agora e como sempre, nossa cama do mesmo jeito, seu
travesseiro ao meu lado, e senti uma sensação indescritível de que você logo entraria pela porta e me traria
um copo de leite gelado e bolachas. Senti desamparo, angustia ( nem é essa a palavra que define o que senti),
quando recuperei a logica e senti que sua ausencia é inexorável e definitiva. Não me conformo. Nego a sua morte.
Você está viva e presente em todos segundos de minha vida. Eu te amo.

Genice e Raphael... mãe linda, alegre, perfeita. Inesquecível!

essa primeira pagina é o que sinto hoje... o terror, o pesadelo... a ausencia agora definitiva, o destino
realmente brincou comigo e com você, meu amor, nos separou, mas no final somos os vencedores, porque se
fisicamente estamos distantes, nunca estivemos tão proximos quanto agora em que você fica vinte e quatro horas
por dia em meu pensamento. Nós vencemos. Nós construimos e você deixou a memória e a saudade eterna. Te amo!

quando o onibus saía eu, de carro ficava atras buzinando, passando por ele, deixando-o me ultrapassar e,
como um tolo, como todos apaixonados, com os olhos lacrimejantes olhava as luzes vermelhas do onibus
desaparecerem ao longe e ia embora deprimido, choroso, angustiado e já contando os dias do reencontro.


vou sim morrer velho, já sou, e apaixonado, sempre serei... mas sem você e a minha morte será o meu novo
viver, o reencontro e a alegria eterna.


tínhamos ido a praia no domingo, Praia de Leste em Matinhos, e como todo farofeiro, ida pela manhã e retorno
a tarde, torrados pelo sol inclemente. Quantos "amassos" dentro d'agua, mãos sorrateiras, corpos colados e
em frenesi. Belos domingos, tão belos quanto todos os outros em que vivemos juntos. Te amo, amor!

