Ela veio para ficar! Genice, amor eterno! Você fez de sua historia a minha. Obrigado por me escolher! A nossa é semelhante a historia de todos amantes e apaixonados, muda apenas o cenário e os personagens, mas esta tem algo ímpar, a constancia da paixao e do amor que nem o casamento e a morte venceu, ao contrário aumentou cada dia .antes alimentado pela sua presença ,agora pela sua ausencia. Estes textos são baseados em nossas cartas e fotos, retratos de nossa juventude, pinceladas tenues e superficiais, pois sou incapaz de ser fiel aos pequenos detalhes do dia a dia que fizeram com que nossa vida fosse perfeita. O perfil da Genice voces vao conhecer lendo, sempre na ordem cronologica, e tenho certeza, vao se apaixonar por uma mulher que representa a todas outras, no que elas tem de mais perfeito e divino, que é a capacidade de amar, de dar-se, de gerar a vida, e superar tristezas e sofrimentos com alegria, sorrisos e uma energia que, nós homens, por mais que tentemos, nunca teremos. Homenageo a Genice e a todas mulheres que amam e vivem por amor.
“ Is there anybody going to listen to my story All about the girl who came to stay? “ O objetivo que tenho é apenas fazer com que Genice seja eternizada e que as pessoas sensiveis que lerem tenham a prova que o amor verdadeiro existe, é invencível e eterno.

Histórico.:

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Nesse dia eu havia acabado de chegar de São Paulo, estava destruído, saudades imensas.

Eu já tinha noção de que o nosso amor era eterno e que eu não viveria sem ela, como hoje não estou

vivendo. Estou dormindo, trabalhando, comendo e solidão.

Eu estava tentando conseguir uma bolsa de estudo do Laboratório Pfizer, e realmente consegui, ajudou-me

muito esse pouco dinheiro que recebia.



- Postado por quem? fernandes Quando? 20h53
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- Postado por quem? fernandes Quando? 20h05
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Esta carta está datada de 1971 acredito que Genice se enganou, o estilo de escrever já era mais compatível com 1972.

Meu amor orgulhava-se de sua capacidade de antever o  futuro, da sua mediunidade (que ela realmente

tinha, sempre reprimiu e só eu sabia disso), aqui neste final de carta ela provou que suas palavras eram fortes

e ficavam escritas no Livro do Destino:

"e nós sempre juntos até que a morte nos separe". 

Assim ficou gravado e assim se realizou, mas nem a morte nos separou.

Genice era tão minha companheira que sempre dividíamos os bons momentos e os não tão bons momentos

( nunca tive maus momentos com ela), vou comentar dois episódios que mostram o quanto ela me desejava

bem próximo a si:

Fiz um curso de reciclagem em cardiologia em São Paulo, sete dias, oito horas de aulas por dia, aulas exaustivas até

para mim, cardiologista, em um anfiteatro sem conforto, nesse curso de atualização toda a cardiologia é revista através

de palestras realizadas pelos melhores profissionais do país, curso oneroso, mais de mil reais a inscrição e, portanto a

entrada era rigorosamente fiscalizada.

Genice para estar ao meu lado, seduziu com seu charme e carisma uma das secretárias e conseguiu um crachá como

médica cardiologista inscrita, assistiu às aulas ao meu lado, de mãos dadas e prestando a atenção.

Exemplo de amiga, companheira e mulher. Outra pegaria o cartão de crédito e iria gastar nos shoppings.

Outro exemplo, Genice começou o curso de pedagogia e a noite tinha aulas e eu ficava sozinho em casa, todos os

filhos nessa época moravam em Curitiba.

Ela, para que eu não ficasse solitário durante aquelas poucas horas, também seduziu a Direção do curso e colocou-me

de professor de psicologia aplicada, só para eu ficar ao seu lado e dar aulas à sua turma, mas na verdade o seu

desejo era eu estar próximo de si namorando-a com meu olhar cheio de malícia e cumplicidade (eu e ela sabemos

por que a cumplicidade e por que a malicia).

Morria de orgulho da "sabedoria" de seu marido, e eu morria de orgulho ao ver que em uma turma em que a faixa etária

era de 25, 26 anos, Genice com 50 anos era de longe, a mais bela e sensual.

A tez morena com pele de uma menina, rosto de uma miss, corpo de uma Vênus, sorriso de um anjo e o olhar,

Ah! O olhar, seu belo olhar, era só para mim.

 

 



- Postado por quem? fernandes Quando? 19h27
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- Postado por quem? fernandes Quando? 22h23
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Querida, meu amor, acabo de vir da festa junina do Universitas, a mesma em que você foi caracterizada de

caipira e foi a estrela da festa ao dançar quadrilha. Hoje quem está lá dançando é o nosso netinho Guilherme,

você se foi, mas deixou nele sua alegria e carisma, todos o amam e onde ele vai torna-se como você, o centro

das atenções.

Ao entrar e ver o lugar onde dei aulas de psicologia a você, onde você dançou e se divertiu, onde você estudou,

não suportei e tive que sair e chorar. Querida, a dor de sua ausência é indiscritível, não existe jeito de me

expressar, apenas posso te dizer que a saudade é imensa. Sinto-me só, completamente só. Uma solidão

que será, agora, para o resto de minha vida. Você nunca mais existirá. Cada dia que passa mais difícil fica eu

entender e digerir o que aconteceu conosco. Eu vivia inundado de amor, de atenção, de carinhos, de beleza,

de romance e de um dia para o outro vivo em um deserto árido e seco, sem ninguém, ( coço minhas costas

com escova de cabelo, todas eu só me virava e você sem nem notar já ia colocando as unhas, deliciosas unhas),

nunca mais te ver no banho, nunca mais te ver pintando as unhas, nunca mais te ver com aqueles oculos que

eu dizia que era de velha, lendo na cama a Biblia e me contando as maravilhas de Jesus. Nunca mais amor,

nunca mais VOCÊ. Nunca mais felicidade, sorriso e alegria.

Meu consolo é que ao terminar o dia de hoje estarei menos um dia longe de você.

Eu te amo princesa, meu anjo no Céu. Cuide de mim, volte para mim em meus sonhos.



- Postado por quem? fernandes Quando? 22h16
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Nesta carta de 24 de março provavelmente errei a data, deve ser de 1973.

Ela revela meus conflitos e algo que carrego até hoje. Incompreensão. Desde criança fui diferente de todos,

sempre li demais (aos 17 anos quando prestei o vestibular já tinha lido e catalogado mais de 1000 livros),

sempre fui introspectivo, falava pouco e ouvia muito, esse meu modo de ser gerava julgamentos errôneos

de meu caráter, e é assim até hoje, julgam-me orgulhoso, fechado em mim, e outras coisas semelhantes.

Mesmo meus pais não me entendiam e quando me apaixonei mais me fechei em meu casulo, vivendo apenas

para a Genice, parecia egoísmo, mas não era, era apenas uma paixão enorme que não dava espaço para mais nada.

Nesta carta eu estava angustiado e inseguro, fui julgado como insensível e egoísta, e eu sabia que era exatamente

o contrário, era extremamente sensível e tudo que eu fazia era sempre pensando em alguém, que não eu, pedi então

para a Genice que me analisasse, essa foi a primeira vez. Toda a nossa existência juntos ela foi minha psiquiatra,

meu psicólogo, minha conselheira, era o meu Grilo Falante, a minha consciência.

Perdoem-me os que me lerem, mas com o amadurecimento de nosso namoro naturalmente

algumas frases terei  que “censurar”.

 



- Postado por quem? fernandes Quando? 22h05
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- Postado por quem? fernandes Quando? 21h48
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- Postado por quem? fernandes Quando? 21h45
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- Postado por quem? fernandes Quando? 21h41
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- Postado por quem? fernandes Quando? 21h35
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- Postado por quem? fernandes Quando? 21h29
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- Postado por quem? fernandes Quando? 21h26
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Genice e meu irmão Ipojucan. Observem ela tocando o corpo dele com as mãos. Assim era o meu amor, sua energia era

tão imensa que necessitava tocar e acariciar a todos que amava.

Limpei muito o "cocô" desse meu irmão, que este mês em um ato de amor, escreveu-me uma linda carta, de próprio

punho, demonstrando que os laços mais fortes entre os homens ainda são os que tem o amor como substrato.



- Postado por quem? fernandes Quando? 19h53
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Genice e minha irmã Cynthia na sacada de minha casa em Curitiba, no dia 17 de julho de 1975.

Nesse dia eu estava de plantão de obstetricia no Hospital de Clínicas. Foi um dia fatídico para o

Paraná, nevou em Curitiba, estava nevando nessa foto, e em todo o Estado houve a geada negra

que dizimou todo o parque cafeeiro. Eu não sabia, mas esse acontecimento nesse exato dia,

iria fazer com minha vida tornasse muito mais difícil devido o empobrecimento da população.



- Postado por quem? fernandes Quando? 19h49
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Março de 1972. Início do ano letivo.

As férias ainda estavam recentes e nelas nos amamos com tanta paixão que mesmo os parentes próximos criticavam.

--- Vejam como a filha da Jeny e da Catarina ficam o tempo todo se beijando e se abraçando!

Comentavam com veneno e quem sabe inveja, tanto que um dia mamãe, talvez cansada de tanta fofoca,

veio me perguntar se eu realmente amava a Genice, se o namoro era sério, pois ela ficaria "falada" se eu a

deixasse.

Respondi-lhe, com a segurança de quem realmente havia descoberto o amor, mesmo sendo tão jovem,

--- Mãe fique tranqüila que a Genice vai ser minha mulher e nunca vou deixá-la, eu não faço nada com ela

que possa magoá-la e se quiserem falar que falem, eu a amo e vai ser assim nosso namoro!

Minha mãe, lembro-me muito bem, disse que a Genice era como uma filha, que ajudou no seu parto e que gostaria

muito que ela entrasse em nossa família e que abençoava nosso namoro, mas falou também, como toda mãe,

" Filho, tome cuidado para não se magoar e não magoá-la", e  depois disso nunca mais tocou nesse assunto.

Genice sempre foi amada em minha casa por todos meus irmãos e pela Cynthia, única irmã.

Toda vida amou demais o Ipojucan, pouco antes de sua partida, disse-me que tinha orgulho do Ipojucan ser

coordenador do curso de Medicina da Unicenp, e sempre dizia que se o Ricardo fosse filho dele não seria

tão parecido.

Com meu outro irmão, o Ramon, a paixão era recíproca, foi o Ramon quem levou-nos a assistir, dois meses antes

de morrer, no penúltimo ano de medicina, em um acidente de carro, a um filme que ela amou por toda vida, que

tenho e sempre assistíamos juntos, HAIR, no mesmo cinema em que começamos nosso namoro, Cine Rivoli na

Emiliano Perneta em Curitiba.

O Fabian era ainda criancinha e também a amava como a uma irmã mais velha.

O Dartagnan, que cursava medicina comigo, estava namorando sua atual esposa, e pouco ela o via.

E enfim a Cynthia que me dava o maior trabalho, chorava de saudades da Genice, era ciumenta, um grude.

Nós queríamos ficar sozinhos e ela sempre junto.

Um dia eu deitei na cama e a Genice veio embaixo da coberta comigo aos beijos como sempre, e a

Cynthia correu contar para minha mãe. Foi um escândalo. Naqueles tempos isso era totalmente

inapropriado, atualmente tudo mudou e mudou para pior. Hoje antes do amor vem o sexo, e assim

como iniciar uma construção pelo telhado, tudo desaba, poucos amam, mas muitos têm sexo todos os dias.

Infelizes e frustrados, pois o caminho é pavimentar bem a estrada para só depois iniciar a jornada.

Eu só amei uma mulher, só tive sexo com uma mulher, e sou um homem realizado, fiz tudo que desejei e meu

amor sempre foi, pelo enorme amor dela, correspondido. Amei esta única mulher, a mais linda de todas,

principalmente beleza interior, que era tão sábia que se transformava em todas as mulheres do mundo.

Através de minha Deusa eu aprendi a amar, melhor dizendo, juntos aprendemos a difícil arte de amar, amar

com paixão, amar com desejo, com total satisfação de todos os sentidos.

Aprendemos juntos a alimentar todos os dias o amor que fez de nós o casal mais feliz que possa ter existido.

Em uma única mulher amei a todas do mundo. Fui escolhido por Deus para ser o escolhido por um de

seus Anjos na Terra. Genice tinha uma capacidade de amar tão enorme que a sufocava, ela não conseguia

conversar com ninguém sem chamar de "Meu amor", sem beijar, sem tocar.

Ela era dependente do contato físico. Todos por ela se apaixonavam.

Genice com seu carisma e ternura, abriu as portas da sociedade para mim.

Novamente divaguei, iniciei com um pensamento e me perdi no final. Vou parar e depois continuo.

E talvez consiga voltar a contar nossa história com mais objetividade.

 

 



- Postado por quem? fernandes Quando? 19h39
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- Postado por quem? fernandes Quando? 18h43
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- Postado por quem? fernandes Quando? 18h41
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Aniversário de primeiro ano do Raphael, dia do Indio.

Como pude ser tão feliz! Viví no paraíso por toda minha vida ao lado dessa deusa, desse anjo,

seu sorriso alimentou minha alma, seu calor aqueceu meu corpo nos dias mais frios e seu amor

fez de minha vida um eterno  romance.



- Postado por quem? fernandes Quando? 21h20
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Primeira página do livro da Genice do curso de Pedagogia, depois de sua ida, a Raphaele, mexendo ali,

encontrou este bilhetinho que ela escreveu à sua última paixão, seu neto Guilherme. Deve ter sido em um

momento de saudade, esperando o término da aula, para voltar a encontrá-lo.

Genice, Guilherme está neste momento ao meu lado, jogando no playstation, o jogo SpiderMan, que ele

domina como se já fosse adolescente. Amanhã ele vai dançar na APAE vestido de cowboy e depois de

amanhã, sexta, na escola dele, de caipira.

A escola que o Gui estuda é a mesma que a Genice fez pedagogia, e foi lá que Genice divertiu-se

muito em julho de 2006 fantasiada de caipira.

Sete de julho de 2006, aluna de pedagogia no Universitas



- Postado por quem? fernandes Quando? 21h15
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Era o início de 1972.

Estávamos no auge da ditadura militar, em país ufanista e repressor. A repressão nos obrigava a, ao comprar o jornal

O Pasquim, escondê-lo embaixo da roupa para que os infiltrados e delatores não vissem, época dos hippies e do

amor livre, tão bem representado em um filme que Genice amava, Hair, minha geração estava escrevendo história,

mas eu nem tinha noção disso,  meu pensamento girava em torno da faculdade e da Genice, grande e único amor

de minha vida. Ela era meu ar, meu alimento, meu universo e assim seria para sempre.

Tempos de amadurecimento. Nossa turma de medicina deixou de ter aulas no prédio histórico da Universidade

Federal do Paraná para ter no Hospital de Clínicas, com isso além da mudança de endereço, mudaram também

nossos conceitos e nosso viver, terminaram as matérias básicas para começar as de clínica e então começávamos

a sentir a sensação e a responsabilidade de ser realmente um médico. Ambiente hospitalar e de um hospital

universitário, com bagagem acadêmica reconhecida no Brasil todo, de uma hora para outra eu comecei a fazer

parte disso e a ser uma engrenagem, mesmo que pequena, mas atuante. Eu tinha dezenove anos, terceiro ano de

medicina, uma criança ainda e cheio de medos e inseguranças. Foi uma garota linda, morena de tranças, de apenas

dezessete anos que, nessa época, fez com que a passagem difícil de um garoto para um homem fosse, para mim,

suave e indolor, protegido que eu era pelo seu amor e carinho, eu me apoiava nela e ela em mim.

Minhas angustias e medos eu lhe confidenciava e ela, e com a sabedoria inata, mostrou-me sempre o caminho

menos áspero e o mais correto. Graças a Genice, ao seu incentivo, fiz a prova para dar plantões no Pronto Socorro

Municipal, hoje Hospital Cajuru, fui aprovado e ali trabalhei por três árduos anos em que aprendi a

medicina de guerra, medicina de emergência, de porta de hospital.

Graças a Genice sou cardiologista e ela nunca permitiu que eu descuidasse de minha formação,

de me aperfeiçoar, quantas vezes ela me disse:

 “Fernandes está estudando pouco, estude mais. Não se permita ficar desatualizado”.

Esse era o meu amor, essa era a minha mulher, minha companheira e por ser tão perfeita, eu me nego a

aceitar sua ausência. Meu consolo é que este mês completei menos um ano longe dela.

Bons e difíceis tempos, se eu pudesse voltaria atrás e não esperaria até 1976 para me casar com Genice,

perdi esses anos todos, distante de quem eu mais amava, apenas nos comunicando por cartas, eu poderia

tê-la tido por mais tempo, esses 33 anos juntos foram muito poucos para tanto amor.

Meu Deus! Como posso amar tanto uma pessoa assim! Amor que nunca arrefeceu um dia sequer, cada dia

eu lhe dizia em todos os momentos, “Meu amor, eu te amo!” e ela sorrindo nem respondia, apenas me beijava.

Eu casei com Genice todos os dias de minha vida, fui imensamente feliz. Ninguém o foi mais que eu.

Nossa lua de mel começou em abril de 1976 e nunca terminou.

Eu a amava ainda em vida e agora eu mais que a amo, eu a adoro e idolatro, pois tenho a perspectiva

real, que só a imensa dor pode mostrar, do que ela foi para mim e para meus filhos, e nosso neto,

Genice, sei que você me vê e sabe o quanto te amo, eu te peço com os olhos marejados de lágrimas,

peça ao Pai, nosso Deus, que faça com que os dias que me restam sem você, não sejam tão difícieis.

Eu, eternamente te amo. 

 



- Postado por quem? fernandes Quando? 20h57
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- Postado por quem? fernandes Quando? 19h34
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Meu amor, sinto sua ausência todos minutos de meu dia, meu coração está do tamanho de uma caixinha

de fósforos. Sinto como se um elefante estivesse pisando em meu peito. Sufoco. Falta de ar. Inconformismo.

Nada de bom tenho hoje para escrever, sofro mais que poderia imaginar. Saudades imensas, mas mesmo

assim, obrigado meu amor, pelos anos maravilhosos que você me deu.

Eu te amo.



- Postado por quem? fernandes Quando? 20h48
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